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	<title>Castelo do Sabugal</title>
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	<description>Castelos de Portugal</description>
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		<title>Rota dos 20 Castelos e Aldeias historicas</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 04:07:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Roteiros turisticos]]></category>

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		<description><![CDATA[Revivemos a História de Portugal participando numa Rota única onde se desenharam as origens do País. À volta da maior montanha portuguesa, a Serra da Estrela, encontramos muitas das nossas raízes. A Rota dos 20 Castelos faz-nos regressar ao início &#8230; <a href="http://castelodosabugal.com/?p=77">Read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" title="Rota dos Castelos" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/106.jpeg" alt="Rota dos Castelos" width="150" height="150" />Revivemos a História de Portugal participando numa Rota única onde se desenharam as origens do País.</p>
<p style="text-align: justify;">À volta da maior montanha portuguesa, a Serra da Estrela, encontramos muitas das nossas raízes.</p>
<p style="text-align: justify;">A Rota dos 20 Castelos faz-nos regressar ao início da nacionalidade, ao tempo da definição das mais antigas fronteiras europeias, à época das lutas pela construção de um País e de um Povo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não obstante 8 castelos estarem em aldeias históricas, incluímos na rota dos 20 castelos as aldeias históricas Marialva a Norte e aldeia Linda a Velha a Sul. Estando assim a rota das aldeias históricas inserida na rota dos 20 Castelos.</p>
<p>Tendo a nossa viagem como base a visita cultural aos castelos, não podíamos passar ao lado do belo que aldeias históricas onde alguns deles estão inseridos.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1289" href="http://castelodosabugal.com/?attachment_id=1289"><img class="aligncenter size-full wp-image-1289" title="Rota dos 20 Castelos" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/106.jpeg" alt="Rota dos 20 Castelos" width="590" height="590" /></a></p>
<p>Iniciamos a rota pelo Castelo de Belmonte:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Castelo de Belmonte – Belmonte ( aldeia histórica)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.prof2000.pt/users/geologia/hist.htm"></a><a href="http://www.prof2000.pt/users/geologia/hist.htm"></a><img class="alignleft" title="Castelo de Belmonte" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/1071-150x150.jpg" alt="Castelo de Belmonte" width="150" height="150" />Um dos mais emblemáticos Castelos portugueses, o Castelo de Belmonte é tido como o berço de Pedro Álvares Cabral. Posto de vigia do vale do Zêzere, deve a sua edificação a D. Sancho I em 1199, data do Foral da Vila.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo sofrido algumas transições motivadas entre outras razões, pelo Tratado de Alcanizes em 1297, o Castelo de Belmonte é tutelado por vários senhores entre 1392 e 1466, data esta em que Vila e Castelo são doados a Fernão Cabral (pai do Navegador ) por D. Afonso V.</p>
<p style="text-align: justify;">Situado num cabeço fortificado a 615 metros de altitude, a sua Torre de Menagem está adoçada à muralha, datando a construção do edifício no interior do Castelo dos séculos XVII e XVIII.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>-: a 30 km</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Castelo da Guarda &#8211; Guarda</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.eb23-sta-clara-guarda.rcts.pt/activi.htm"></a><a href="http://www.eb23-sta-clara-guarda.rcts.pt/activi.htm"></a><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1366" title="Castelo da Guarda" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/1081-150x150.jpg" alt="Castelo da Guarda" width="150" height="150" />Situado na Cidade mais alta de Portugal, este Castelo encontra-se a 1056 metros de altitude. Castelo do tipo Românico &#8211; Gótico, viu as suas muralhas iniciarem a ser construídas nos finais do século XII. Dessa mesma época datam também a construção do primeiro torreão bem como a torre de Menagem. Após sucessivos surtos construtivos ao longo do tempo teve a sua conclusão já no século XV. A este fenómeno se devem as suas características peculiares.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">As suas muralhas, envolvendo todo o núcleo populacional medievo, apresentam uma configuração irregular, notando-se também mudanças ao longo dos tempos e consoante as necessidades, na configuração da Torre de Menagem (planta pentagonal irregular) e na Torre dos Ferreiros (planta quadrada) que integra uma porta dupla.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #993300;">-: a 30 km</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ponte de Sequeiros – Valongo/Sabugal</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.rt-serradaestrela.pt/rotas/tcultural03/3.htm"></a><a href="http://www.rt-serradaestrela.pt/rotas/tcultural03/3.htm"></a><a href="Ponte de Sequeiros"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1367" title="Ponte de Sequeiros" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/1091-150x150.jpg" alt="Ponte de Sequeiros" width="150" height="150" /></a>Sustentada por três arcos, sendo o central de maior diâmetro, apresenta Torres de planta quadrada em ambos os lados e pavimento lajeado com continuidade em calçada. A sua arquitectura é de estilo Românico.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">São ainda bem visíveis: A Porta da Erva (ou Estrela) e a Porta dos Ferreiros a Este, a Porta d ’El Rei e a Porta falsa a Norte.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #993300;">-: a 25 km</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Castelo de Sortelha – Sortelha/Sabugal (aldeia histórica)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ca.ua.pt/abruna/viagem_2.html"></a><a href="http://www.ca.ua.pt/abruna/viagem_2.html"></a><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1368" title="Castelo de Sortelha" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/1111-150x150.jpg" alt="Castelo de Sortelha" width="150" height="150" />Castelo Românico e Gótico, com intervenção Manuelina, o seu perímetro urbano é de traçado ovalado irregular. Possui quatro portas, tendo todas elas pormenores de interesse arquitectónico.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O Castelo situa-se num cabeço granítico, sendo inacessível pela vertente Sul.. Tendo como data provável de edificação, 1228, Sortelha talvez devido ao seu Castelo foi elevada a cabeça de Condado durante o reinado de D. João III.</p>
<p style="text-align: justify;">Sortelha é Aldeia Histórica. Em grande parte o deve ao seu Castelo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #993300;">-: a 12 km</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Castelo do Sabugal &#8211; Sabugal</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.raihotel.pt/regiao/"></a><a href="http://www.raihotel.pt/regiao/"></a><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1369" title="Castelo do Sabugal" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/1101-150x150.jpg" alt="Castelo do Sabugal" width="150" height="150" />De arquitectura militar Gótica, de perímetro com traçado ovalado irregular e cidadela com dupla cintura amuralhada, com barba cã e cube-los cilíndricos, este Castelo tem afinidades com os de Estremoz, Montalegre e Beja. A particularidade da cintura interior ter cinco Torres, distingue-o dos restantes Castelos da Região.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Pertenceu até 1190 ao reino de Leão. Em 1296, com a Carta de Foral de D. Dinis e o consequente Tratado de Alcanizes passa a integrar o território português tornando-se numa peça fundamental na movimentação geo – estratégica na defesa do Território.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1811 este Castelo é a base de apoio às tropas Luso-Britânicas combatentes à terceira Invasão Francesa, protagonizada pelo General Massena.</p>
<p style="text-align: justify;">Na direcção das sortes do castelo e responsável por obras de realce em 1303 distinguiu-se Frei Pedro.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>-: a 19 km</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Castelo de Alfaiates – Alfaiates/Sabugal</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.tintazul.com.pt/castelos/grd/sbg/alfaiates.html"></a><a href="http://www.tintazul.com.pt/castelos/grd/sbg/alfaiates.html"></a><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1370" title="Castelo de Alfaiates" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/1122-150x150.jpg" alt="Castelo de Alfaiates" width="150" height="150" />Com origem provável no século XIII, este Castelo situa-se em local planalto e é delimitado por terreiro e construções rústicas adoçadas a dois alçados.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Teve papel importante em 1811, durante as Invasões Francesas. Ao ver o seu estatuto concelhio extinto em 1836, foi transformado em cemitério sendo o seu alçado principal adornado com cruz e pináculos.</p>
<p style="text-align: justify;">De tipologia Românica – Gótica, a sua Cidadela tem cintura dupla de muralhas, encontrando-se a cintura interior parcialmente destruída</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>-: a 17 km</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Castelo de Vilar Maior – Vilar Maior/Sabugal</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cm-sabugal.pt/turismo/p_arquitec3.asp"></a><a href="http://www.cm-sabugal.pt/turismo/p_arquitec3.asp"></a><a rel="attachment wp-att-1316" href="http://castelodosabugal.com/?attachment_id=1316"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1316" title="Castelo de Vilar Maior" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/114-150x150.jpg" alt="Castelo de Vilar Maior" width="150" height="150" /></a>Sendo um Castelo tipicamente de montanha, consegue-se dele claramente avistar o Castelo da Guarda. Dominando a vale do Rio Cesarão, a sua edificação é atribuída a D. Afonso IX de Leão, passando a fazer parte do território em 1297, aquando do Tratado de Alcanizes. De estilo Românico – gótico, tem traçado oval irregular com Torre de Menagem de planta quadrada.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>-: a 27 km</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Castelo de Castelo Mendo – Castelo Mendo/Almeida ( aldeia histórica)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://carlosacafonso.blogs.sapo.pt/2005/04/"></a><a href="http://carlosacafonso.blogs.sapo.pt/2005/04/"></a><a rel="attachment wp-att-1321" href="http://castelodosabugal.com/?attachment_id=1321"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1321" title="Castelo Mendo" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/115-150x150.jpg" alt="Castelo Mendo" width="150" height="150" /></a>Ocupa um cabeço a 762 metros de altitude, sobranceiro ao ribeiro de Cadelos e ao Rio Côa. Tem integrados dois núcleos urbanos, destacando-se na zona mais elevada o recinto do Castelo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">É um Castelo Românico – Gótico cujas cinturas são de traçado ovalado e irregular, com demarcação da cidadela no primeiro recinto defensivo. A edificação do Castelo data do século XII.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>-: a 25 km</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Castelo de Castelo Bom – Castelo Bom/Almeida</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.rt-serradaestrela.pt/rotas/tcultural03/9.htm"></a><a href="http://www.rt-serradaestrela.pt/rotas/tcultural03/9.htm"></a><a rel="attachment wp-att-1324" href="http://castelodosabugal.com/?attachment_id=1324"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1324" title="Castelo Bom" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/116-150x150.jpg" alt="Castelo Bom" width="150" height="150" /></a>Oriundo de um antigo Castro ocupado desde a Idade do Bronze, Castelo Bom vê-se incorporado no Território nacional como consequência do Tratado de Alcanizes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Serviu como abrigo aos governantes da Beira durante as Guerras da Restauração.</p>
<p style="text-align: justify;">A degradação do Castelo deve-se à extinção em 1834 do Concelho de Castelo bom. Ainda se podem ver actualmente os Panos da muralha, a Porta da Vila, o Brasão da Vila, e a Cisterna</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>-: a 26 km</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fortaleza de Almeida – Almeida ( aldeia histórica)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://acultura.no.sapo.pt/indexFortalezas.html"></a><a href="http://acultura.no.sapo.pt/indexFortalezas.html"></a><a rel="attachment wp-att-1328" href="http://castelodosabugal.com/?attachment_id=1328"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1328" title="Fortaleza de Almeida" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/1171-150x150.jpg" alt="Fortaleza de Almeida" width="150" height="150" /></a>A história desta Vila remonta ao início da nacionalidade, no entanto o episódio mais marcante decorreu durante as Invasões Francesas. O cerco à Vila pelo exército do General Francês Massena, o bombardeamento e a consequente explosão do paiol que obrigou à rendição das gentes de Almeida, ainda hoje são recordados.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Com tipologia de arquitectura militar, constitui um dos melhores exemplos no Mundo do <em>Estilo Vauban</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Almeida goza do estatuto de Aldeia Histórica.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>-: a 28 km</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Castelo de Pinhel – Pinhel</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://castelosdeportugal.no.sapo.pt/icones/pinhel.htm"></a><a href="http://castelosdeportugal.no.sapo.pt/icones/pinhel.htm"></a><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1343" title="Castelo de Pinhel" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/122-150x150.jpg" alt="Castelo de Pinhel" width="150" height="150" />Situado no meio urbano, tem perímetro amuralhado envolvendo toda a colina e centro histórico.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Sofreu alterações durante as Guerras da Restauração sendo a sua tipologia actual Manuelina de planta oval.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1810 o Castelo bem como a cidade são ocupados pelo General Francês Loisson.</p>
<p style="text-align: justify;">São actualmente visíveis as Torres de Menagem e Secundária, assim como os elementos Manuelinos que são a Janela Mainelada com arcos e toros entrelaçados, e a Janela de Lintel recto e moldura de meia coroa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>-: a 22 km</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">C<strong>astelo de Castelo Rodrigo – Castelo Rodrigo ( aldeia histórica)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.pousadasjuventude.pt/edicoes1/pousadas/artigos.asp?artIni=157&amp;art=677&amp;site=1&amp;rev=1"></a><a href="http://www.pousadasjuventude.pt/edicoes1/pousadas/artigos.asp?artIni=157&amp;art=677&amp;site=1&amp;rev=1"></a><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1344" title="Castelo de Rodrigo" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/123-150x150.jpg" alt="Castelo de Rodrigo" width="150" height="150" />As muralhas do Castelo envolvem a aldeia Histórica. Com uma história conturbada, foi destruído em 1640, por iniciativa popular devido ao facto de ser domínio de apoiantes de Castela. Já em 1762, durante a Guerra dos Sete Anos, este Castelo sofreu a ocupação do exército do Marquês de Soria.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Situado a 810 metros de altitude, o seu traçado é irregular ovalado.</p>
<p style="text-align: justify;">Actualmente podem-se ainda ver as suas três portas: Sol, Alverca e Traição.</p>
<p style="text-align: justify;">Saímos da rota dos castelos e a:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>-: a 61 km</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Marialva ( aldeia histórica )</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.pousadasjuventude.pt/edicoes1/pousadas/artigos.asp?artIni=157&amp;art=677&amp;site=1&amp;rev=1"></a><a href="http://www.pousadasjuventude.pt/edicoes1/pousadas/artigos.asp?artIni=157&amp;art=677&amp;site=1&amp;rev=1"></a><a href="Castelo de Marialva"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1345" title="Castelo de Marialva" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/124-150x150.jpg" alt="Castelo de Marialva" width="150" height="150" /></a>Marialva situa-se na parte meridional do concelho da Meda em zona montanhosa e granítica de topografia algo difícil e irregular, descendo até à margem esquerda da ribeira de Marialva.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Constituída por três aglomerados, a Cidadela, o arrabalde e a Devesa; possui actualmente ampla comunicação com o exterior através do troço recém &#8211; construído da estrada nacional 324 que liga Marialva à sua sede de concelho, bem como à estrada nacional 102. É por esta estrada que atravessando o concelho de Norte a Sul, se faz a ligação com o Nordeste Transmontano e o Planalto Beirão.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe uma fácil acessibilidade a Marialva por via ferroviária através das estações de Celorico da Beira e Vila Franca das Naves. A construção anunciada do IP 2 irá trazer grandes melhorias à acessibilidade a Marialva.</p>
<p style="text-align: justify;">Retomamos a rota dos castelos e a:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>-: a 23 km</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Castelo de Trancoso – Trancoso (aldeia histórica )</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/fotos/guarda/tranco18.htm"></a><a href="http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/fotos/guarda/tranco18.htm"></a><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1346" title="Castelo de Trancoso" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/125-150x150.jpg" alt="Castelo de Trancoso" width="150" height="150" />Engloba o centro histórico da Vila. Situado em zona planáltica, a Cidadela está isolada a Nordeste sendo antecedida por um pequeno largo com Cruzeiro. 1159 é a data comprovada da fundação do Castelo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Por duas vezes oferecida como presente de Reis e Princesas, Trancoso e seu Castelo foram dote de casamento de D. Teresa, mãe do rei fundador, e mais tarde do casamento de D. Dinis com a Rainha Santa.</p>
<p style="text-align: justify;">É de estilo Românico – Gótico.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>-: a 20 km</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Castelo de Celorico da Beira – Celorico da Beira</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.quintalagardamoira.com.pt/Vilas.htm"></a><a href="http://www.quintalagardamoira.com.pt/Vilas.htm"></a><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1348" title="Castelo de Celorico da Beira" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/126-150x150.jpg" alt="Castelo de Celorico da Beira" width="150" height="150" />Situado a 550 metros de altitude sobre o Vale do Mondego, podem-se de lá avistar os Castelos de Trancoso e da Guarda.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Conquistado aos Mouros por D. Afonso Henriques, tendo o mesmo legado Foral, as obras decorrentes no Castelo são atribuídas aos Templários. Tendo servido de quartel &#8211; General às tropas Luso – Britânicas durante as Invasões Francesas, é um Castelo Românico – Gótico com muralha de traçado circular irregular.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>-: a 18 km</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Castelo de Linhares da Beira – Linhares da Beira / Celorico da Beira (aldeia histórica)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cm-celoricodabeira.pt/concelho/freguesia09.asp"></a><a href="http://www.cm-celoricodabeira.pt/concelho/freguesia09.asp"></a><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1349" title="Castelo de Linhares da Beira" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/127-150x150.jpg" alt="Castelo de Linhares da Beira" width="150" height="150" />A fundação do Castelo deve-se provavelmente aos Túrdulos em 850 A. C.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Depois de ter sido ocupado por Visigodos e Romanos, foi destruído no século VIII pelos Mouros, ficando-se a dever a sua reconstrução a Afonso III de Leão e posterior reedificação a D. Dinis.</p>
<p style="text-align: justify;">No século XVII instalou-se o relógio da Torre.</p>
<p style="text-align: justify;">Situado num cabeço em contraforte a 820 metros de altitude, domina o vale do Mondego.</p>
<p style="text-align: justify;">O Castelo é de arquitectura Românica e Gótica, de planta irregular constituída por dois recintos amuralhados, sendo o que se situa a Oeste correspondente à Cidadela.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>-: a 60 km</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Castelo de Avô – Avô/Oliveira do Hospital</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.rt-serradaestrela.pt/rotas/tcultural03/16.htm"></a><a href="http://www.rt-serradaestrela.pt/rotas/tcultural03/16.htm"></a><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1350" title="Castelo de Avô" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/128-150x150.jpg" alt="Castelo de Avô" width="150" height="150" />A primeira fortaleza medieval foi mandada edificar por D. Afonso Henriques, apesar de D. Henrique, seu pai ter doado Avô ao Bispo de Coimbra.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Em 1856 deu-se a degradação do Castelo tendo muitas cantarias sido utilizadas na construção da ponte de Ribeira de Moura e em obras particulares.</p>
<p style="text-align: justify;">A tipologia do Castelo era Gótica &#8211; militar, sendo o seu recinto de forma irregular.</p>
<p style="text-align: justify;">Actualmente ainda subsistem alguns panos da muralha.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>a 90 km</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong><span style="color: #151515;">Castelo Novo &#8211; (Aldeia Historica)</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1351" title="Castelo Novo" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/129-150x150.jpg" alt="Castelo Novo" width="150" height="150" />A sua existência remonta a 1223 como se verifica pelo testemunho de D. Pedro Guterri.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">De arquitectura militar Gótica e Manuelina, era pólo militar de povoação ( actualmente Castelo Novo é uma das dez Aldeias Históricas), de planta longitudinal irregular ainda é possível reconhecer a Cidadela com duas portas (a Este e a Oeste).</p>
<p style="text-align: justify;">O Castelo de Castelo Novo encontra-se bastante degradado devido a um sismo em 1758 que lhe provocou uma derrocada.</p>
<p style="text-align: justify;">Saímos da rota dos castelos e a :</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>-: a 58 km</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Idanha &#8211; a &#8211; Velha ( aldeia histórica)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://viasromanas.planetaclix.pt/"></a><a href="http://viasromanas.planetaclix.pt/"></a><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1352" title="Idanha - a - Velha" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/130-150x150.jpg" alt="Idanha - a - Velha" width="150" height="150" />Idanha – a &#8211; Velha está situada a 15 km da sede do Concelho (Idanha – a – Nova), a 12 km da aldeia de Monsanto e a cerca de 35 km da fronteira Espanhola. A aldeia de Idanha –a – Velha ocupa uma área de 4,5 Hectares situada em duas pequenas elevações ladeadas a Sudoeste e a Oeste pelo Rio Pônsul.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Localizada num local de grande beleza natural, é dominada paisagisticamente pela fortaleza de Monsanto.</p>
<p style="text-align: justify;">Retomamos a rota dos castelos e a:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #993300;">-: a 15 km</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Castelo de Monsanto – Monsanto/Idanha-a-Nova ( aldeia histórica )</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1353" title="Castelo de Monsanto" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/131-150x150.jpg" alt="Castelo de Monsanto" width="150" height="150" />Dominando as planícies que se estendem desde a Serra da Gardunha, o Castelo de Monsanto encontra-se na margem direita do Pônsul e integra a Aldeia Histórica.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Após ter tido existência Castreja, a ocupação de Monsanto remonta aos Visigodos dos séculos V ao XI.</p>
<p style="text-align: justify;">O Castelo de Monsanto sofreu várias mudanças ao longo dos tempos, tendo o seu primeiro Foral sido concedido por D. Sancho I.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1704 é cercado pelo exército Franco- Espanhol e libertado pelo Marquês de Minas. Em 1853 é extinto o Concelho de Monsanto.</p>
<p style="text-align: justify;">A sua arquitectura é militar com três recintos amuralhados, sendo o recinto englobante de traçado ovalado e os outros dois de traçado oblongo (lateral) e traçado rectangular (interior) respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #993300;">-: a 16 km</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Castelo de Penha Garcia – Penha Garcia/Idanha-a-Nova</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.estreladaidanha.pt/regiao.htm"></a><a href="http://www.estreladaidanha.pt/regiao.htm"></a><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1354" title="Castelo de Penha Garcia " src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/132-150x150.jpg" alt="Castelo de Penha Garcia " width="150" height="150" />Doada por D. Afonso II à Ordem de Santiago em 1220, Penha Garcia e o seu Castelo ficam situados na encosta Sul da Serra do mesmo nome.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Sobranceiro ao vale do rio Pônsul, numa posição majestática, Penha Garcia viu serem-lhe outorgados sucessivas Cartas de Foral, sendo o Último de D. Manuel I. Tendo sido até aos finais do século XVIII, couto de homiziados, só com a extinção do Concelho em 1836 se inicia o processo de degradação da fortaleza.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>-: a 31 km</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Castelo de Penamacor – Penamacor</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cm-penamacor.pt/cgi-bin/index.php"></a><a href="http://www.cm-penamacor.pt/cgi-bin/index.php"></a><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1359" title="Castelo de Penamacor" src="http://antoniocasteleiro.com/wp-content/uploads/2010/04/133-150x150.jpg" alt="Castelo de Penamacor" width="150" height="150" />Encontra-se localizado a 573 metros de altitude, num cabeço fortificado entre as ribeiras de Ceife e das Taliscas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A construção do Castelo e o povoamento de Penamacor datam provavelmente de 1189, data esta em que se deu a doação a D. Gualdim Pais.</p>
<p style="text-align: justify;">A carta de Foral foi-lhe concedida por D. Sancho I em 1199.</p>
<p style="text-align: justify;">A cerca urbana integra a Torre do Relógio e a Casa da Câmara, estando a Torre de Vigia isolada num outeiro rochoso. Contíguos à Casa da Câmara (construída em 1568, sobre a porta de acesso à Vila), estão a Norte um baluarte com cortinas escarpadas integrando duas canhoneiras, a Sul um baluarte parcialmente integrado em afloramento rochosos, e os baluartes conhecidos como Reduto da Cavaleira e do Outeiro, a Norte e a Oeste respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>-: a 40 km</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para o ponto da nossa partida desta rota dos Castelos ( Belmonte).</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #993300;">Cerca de 700 km a reviver a história de Portugal ( antonio casteleiro)</span><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nota: Não são muitos km, mas é necessário alguns dias para se apreciar a beleza envolvente.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p>Fonte: antonio casteleiro  <a href="http://www.antoniocasteleiro.com">www.antoniocasteleiro.com</a></p>
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		<title>Queijo da Serra da Estrela</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 03:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Região Serra da Estrela]]></category>

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		<description><![CDATA[Este queijo é o nosso cartão de visita. Já ultrapassou fronteiras. É um queijo com história. A área geográfica de produção contempla os concelhos de Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Gouveia, Manteigas, Oliveira do Hospital, Seia e algumas freguesias &#8230; <a href="http://castelodosabugal.com/?p=34">Read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://penhasdasaude.com/wp-content/uploads/2010/04/22.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-171" title="Queijo da Serra da Estrela " src="http://penhasdasaude.com/wp-content/uploads/2010/04/22-150x150.jpg" alt="Queijo da Serra da Estrela" width="150" height="150" /></a>Este queijo é o nosso cartão de visita. Já ultrapassou fronteiras. É um queijo com história.</p>
<p style="text-align: justify;">A área geográfica de produção contempla os concelhos de Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Gouveia, Manteigas, Oliveira do Hospital, Seia e algumas freguesias dos concelhos da Covilhã, Guarda e Trancoso.</p>
<p style="text-align: justify;">Columela, oficial do exército romano e nascido na Península Ibérica há cerca de 2 000 anos, descreve o fabrico deste queijo naquele que foi o primeiro tratado de agricultura conhecido e conforme referência no &#8220;Manual do Criador&#8221;, Ano I, n.º 13, de Março de 1986. Na Idade Média, coube a Gil Vicente render-lhe homenagem. Mas os primeiros grandes trabalhos de investigação sobre o queijo da Serra da Estrela só começaram nos finais do Século XIX com Ferreira Lapa, Wenceslau da Silva e tantos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de um queijo produzido exclusivamente com leite de ovelha da raça Bordaleira, coalhado pela flor do cardo Cinara cardunculus L., planta espontânea característica da nossa Região que tem como finalidade coalhar a massa que dará origem ao Queijo da Serra. A coalha é posta no cincho, pressionada manualmente até esgotar todo o soro e maturada, durante nunca menos de trinta dias, em câmaras de cura com controlo de humidade e temperatura. Apresenta-se com a forma de cilindro baixo, abaulado lateralmente e na face superior, portanto sem bordos definidos [...].</p>
<p style="text-align: justify;">É urgente que se lhe rendam todas as homenagens, que seja uma presença obrigatória à mesa e que se aprenda a acompanhá-lo. Há que não esquecer que os vinhos bons acompanham perfeitamente o queijo.</p>
<p style="text-align: justify;">Que será dum convívio, duma amena cavaqueira sem o toque guloso de um bom amanteigado a barrar um naco de Pão Centeio do Sabugueiro? Imitem-se entendidos. Até a casca lhe aproveitam.</p>
<p style="text-align: justify;">As suas características inconfundíveis de aroma e paladar, juntamente com a sua cor amarelada, pasta semi-mole amanteigada, mais macio ou duro, consoante a idade satisfazem plenamente o paladar mais exigente.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: Ministério da Agricultura, em 2007.04.05 e CONFRARIA DO QUEIJO SERRA DA ESTRELA, em 2007.02.13</p>
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		<title>Cao Serra da Estrela</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 02:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Região Serra da Estrela]]></category>

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		<description><![CDATA[Altas penedias, solo granítico, vegetação arbustiva, vida dura e difícil, foram os grandes moldadores da bela raça «Cão Serra da Estrela». As terras que hoje formam o Parque Natural da Serra da Estrela foram o seu solar – foi aqui &#8230; <a href="http://castelodosabugal.com/?p=37">Read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://penhasdasaude.com/wp-content/uploads/2010/04/15.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-113" title="Cão Serra da Estrela" src="http://penhasdasaude.com/wp-content/uploads/2010/04/15.jpg" alt="Cão Serra da Estrela" width="590" height="590" /></a>Altas penedias, solo granítico, vegetação arbustiva, vida dura e difícil, foram os grandes moldadores da bela raça «Cão Serra da Estrela».</p>
<p style="text-align: justify;">As terras que hoje formam o Parque Natural da Serra da Estrela foram o seu solar – foi aqui que ela se fixou e adaptou.</p>
<p style="text-align: justify;">Animais de grande beleza, de avantajada corpulência e de nobres sentimentos, foram companheiros do homem desta região, através de milénios, no seu labor quotidiano.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde sempre, estes garbosos cães, as mais das vezes sustentados parcamente, tiveram a incumbência de zelar pela segurança de pastores e rebanhos, ante o ataque das feras que infestavam estas paragens.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas épocas de invernia, em que homens e rebanhos eram obrigados a abandonar a serra e a deslocar-se, nas suas rotas de transumância, em busca de pastos viçosos, percorrendo por vezes quilómetros infinitos, lá iam os fiéis cães a seu lado, cuidando para que nada de mal lhes acontecesse.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim foi durante séculos e séculos.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, a era da industrialização chegou e gerou grandes alterações comportamentais no Homem e também aqui se reflectiu.</p>
<p style="text-align: justify;">Os rebanhos foram diminuindo, as feras desaparecendo e os cães desta raça, por falta de função, estariam condenados a perder a sua pureza.</p>
<p style="text-align: justify;">Os mecanismos de selecção natural, que até aí tinham funcionado, deixaram de existir e não fora o trabalho aturado de preservação desta raça canina, por parte de alguns criadores esforçados e interessados, ela ter-se-ia diluído e desaparecido.</p>
<p style="text-align: justify;">Felizmente que tal não aconteceu e hoje podemos continuar a ver lindos exemplares desta valiosa raça autóctone.</p>
<p style="text-align: justify;">A sua docilidade para com os donos e a sua agressividade controlada para com os estranhos são sobejamente conhecidas, assim como a estreita amizade que estabelecem com as crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Da sua valentia, são testemunhas as lutas que eram capazes de travar com alcateias de lobos para salvar o seu rebanho. Elas foram tantas, através dos tempos, que, hoje, fazem parte da cultura tradicional portuguesa. Qual de nós, portugueses, já as não ouviu contar?</p>
<p style="text-align: justify;">Existem dois tipos de pelagem no «Cão Serra da Estrela» &#8211; o pêlo curto e o pêlo comprido. Constituem duas variedades distintas que não se podem cruzar entre si, pois isso traria a degenerescência de ambas.</p>
<p style="text-align: justify;">É uma raça de grande estatura em que os machos terão de ter 65 a 72 cm de altura e as fêmeas 62 a 68 cm. O seu peso é de 40 a 50 Kg para os cães e 30 a 40 kg para as cadelas. São animais bem musculados e de elegante e sólido esqueleto, o que lhes confere andamentos fáceis e vivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando pequeninos, os de pêlo comprido, parecem autênticas bolas peludas que não nos cansamos de acariciar. E que olhinhos eles nos fazem!</p>
<p style="text-align: justify;">O «Cão Serra da Estrela» foi como que um elemento vivo adoçante da agreste e altiva paisagem rochosa da serra – era nele que o pastor confiava, era com ele que o pastor falava.</p>
<p style="text-align: justify;">Também, nos nossos dias, longe do seu «habitat» original, pode ser um agente neutralizante da vida nervosa e agitada que se leva. Possuir-se um ou mais cães desta raça, calma e segura, e com eles conviver-se pode ser uma ajuda, e grande, para nos defendermos dos efeitos nefastos do «stress» contemporâneo, pela alegria e paz de espírito que eles nos trazem.</p>
<p style="text-align: justify;">As suas cores são variadas permitindo, assim, agradar a quase todos os gostos. Eles podem ser amarelos, fulvos ou lobeiros, nas suas diversas tonalidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Se estiver para adquirir um cão, não se esqueça desta raça. O «Cão Serra da Estrela» é daqueles em que se pode ter confiança e que, além disso, é capaz de proporcionar momentos de prazer, a si e aos seus, protegendo-os simultaneamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o escolher, será mais uma pessoa a fazer com que esta magnífica raça não se extinga e a preservar, desta forma, o Património Nacional.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://caoserradaestrela.com">SABER MAIS</a></strong></p>
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		<title>Rota dos Vales Glaciários</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 01:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Roteiros turisticos]]></category>

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		<description><![CDATA[Únicos em Portugal, os vales Glaciários da Serra da Estrela são hoje a montra de como a glaciação deixou os melhores testemunhos . Esta rota permite ver o local de origem do glaciar (a cúpula do cimo da montanha), os &#8230; <a href="http://castelodosabugal.com/?p=22">Read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://penhasdasaude.com/wp-content/uploads/2010/04/23.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-183" title="Vale do Zezere" src="http://penhasdasaude.com/wp-content/uploads/2010/04/23-150x150.jpg" alt="Vale do Zezere" width="150" height="150" /></a>Únicos em Portugal, os vales Glaciários da Serra da Estrela são hoje a montra de como a glaciação deixou os melhores testemunhos .</p>
<p style="text-align: justify;">Esta rota permite ver o local de origem do glaciar (a cúpula do cimo da montanha), os vales desenhados pelas várias línguas de gelo e os depósitos deixados por esta massa de gelo em movimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Venha descobrir a Rota dos Vales Glaciários. Esta é uma terra única, onde a natureza vive.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A GLACIAÇÃO NA SERRA DA ESTRELA</strong> &#8211; Há milhares de anos atrás a Glaciação na Serra da Estrela permitiu a existência de neves perpétuas (a partir de 1.650m) que se fundiam durante o ano ficando compactadas e dando origem ao gelo.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, acabou por se formar uma cúpula de gelo no Planalto da Torre que teria uma superfície de cerca de 70 Km2 e uma espessura de 80m.</p>
<p style="text-align: justify;">O progressivo aumento da temperatura que nesta era de glaciação era aqui sempre negativa originou a formação de línguas de gelo que escoavam para as altitudes mais baixas, moldando então os vales já existentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PLANALTO GLACIÁRIO</strong> &#8211; Corresponde à área outrora ocupada pela cúpula de gelo, formando uma paisagem de rocha nua em que existem depressões ocupadas por lagos, charcos ou prados húmidos. Normalmente não existem arestas vivas já que as rochas foram afeiçoadas pelo gelo em movimento, contrastando com as áreas não afectadas pela calote glaciária, onde as arestas e irregularidades das rochas subsistiram. Imaginemos aqui a existência de uma calote de gelo com uma altura de 80m.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>OS VALES GLACIÁRIOS</strong> &#8211; Formam os cinco principais vales desenhados pelo gelo e que agora podemos percorrer. Correspondiam à força das línguas de gelo que escoavam radialmente desde a referida calote da torre . A partir daqui, vamos seguir os mesmos caminhos que o glaciar percorreu ao longo da glaciação formando este cenário único em todo o Portugal.</p>
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		<title>SABUGAL &#8211; Hospedaria Senhora da Graça</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 01:05:57 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Alojamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre o Parque Natural da Serra da Estrela, a Reserva Natural da Serra da Malcata e na Rota das Aldeias Histórias de Portugal, a Hospedaria Senhora da Graça distingue-se pelo conforto de instalações modernas e funcionais; pelo pequeno almoço buffet &#8230; <a href="http://castelodosabugal.com/?p=218">Read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://castelodosabugal.com/wp-content/uploads/2010/04/gif.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-235" title="hospedaria senhora da graça" src="http://castelodosabugal.com/wp-content/uploads/2010/04/gif.gif" alt="hospedaria senhora da graça" width="580" height="435" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Entre o Parque Natural da Serra da Estrela, a Reserva Natural da Serra da Malcata e na Rota das Aldeias Histórias de Portugal, a <strong>Hospedaria Senhora da Graça</strong> distingue-se pelo conforto de instalações modernas e funcionais; pelo pequeno almoço buffet muito completo com produtos sempre frescos e da região; pelo serviço prestado ao hóspedes, dispondo de folhetos, livros informativos sobre passeios pedestres, de bicicleta (BTT), de carro; destinos turísticos; eventos que se realizam na região da Beira Interior; e de produtos regionais para venda.</p>
<p style="text-align: left;">Largo Padre Manuel Nabais Caldeira, nº 4</p>
<p style="text-align: left;">6230-500 Sabugal  ( Junto á Repartição de Finanças)</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Faça as suas reservas em:</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.turismodaserradaestrela.com/ver-alojamento/88/hospedaria-senhora-da-graca">www.turismodaserradaestrela.com</a> -     <a href="http://www.serradaestrela.biz/ver-alojamento/88/hospedaria-senhora-da-graca"> www.serradaestrela.biz</a></p>
<p style="text-align: left;">Contactos:</p>
<p style="text-align: left;">Telef. 271 75 42 37/8</p>
<p style="text-align: left;">Fax: 271 75 42 41</p>
<p style="text-align: left;">email: <a href="mailto:&#104;&#111;s&#112;ed&#97;&#114;&#105;&#97;&#46;s&#114;a&#100;&#97;g&#114;a&#99;a&#64;g&#109;&#97;il.&#99;&#111;&#109;">&#104;o&#115;pe&#100;ar&#105;&#97;.&#115;&#114;ad&#97;&#103;&#114;ac&#97;&#64;g&#109;a&#105;&#108;.co&#109;</a></p>
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		<title>SABUGAL &#8211; Albergaria Santa Isabel</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 01:04:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alojamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Albergaria Santa Isabel -&#160;com alojamento e restaurante em terras da Raia, na cidade do Sabugal, é um simbolo da personalidade, qualidade, conforto e tradição. Um empreendimento turístico topo de gama, com a maior capacidade e diversidade de serviços que &#8230; <a href="http://castelodosabugal.com/?p=54">Read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://castelodosabugal.com/wp-content/uploads/2010/04/001.jpg" mce_href="http://castelodosabugal.com/wp-content/uploads/2010/04/001.jpg"><img src="http://castelodosabugal.com/wp-content/uploads/2010/04/001.jpg" mce_src="http://castelodosabugal.com/wp-content/uploads/2010/04/001.jpg" alt="Sabugal Albergaria Santa Isabel" title="Sabugal Albergaria Santa Isabel" class="aligncenter size-full wp-image-202" height="435" width="580"></a></p>
<p><b>A Albergaria Santa Isabel -</b>&nbsp;com alojamento e restaurante em terras da Raia, na cidade do Sabugal, é um simbolo da personalidade, qualidade, conforto e tradição.</p>
<p>Um empreendimento turístico topo de gama, com a maior capacidade e diversidade de serviços que o distrito da Guarda pode oferecer.</p>
<p><b><a href="http://www.raihotel.pt/hotel/" mce_href="http://www.raihotel.pt/hotel/">Restaurante</a> </b>com as suas duas salas, com capacidade quer para 2 grupos de 40 pessoas ou um grupo de 80, engenho da sua estrutura amovível que oferecerá tempo e espaço para os comensais se deliciarem com a nossa gastronomia regional.</p>
<p><a href="http://www.raihotel.pt/hotel/" mce_href="http://www.raihotel.pt/hotel/"><b>Salas de reuniões e eventos</b>,</a> temos salas equipadas&nbsp;com as&nbsp;novas tecnologias de informação e meios audiovisuais (internet, videoconferência, data-show, tradução simultânea, projecção e iluminação remota),&nbsp;que instalamos conforme o acontecimento, banquetes, festas, comemorações, conferências, work shop&#8217; s, lançamentos de produtos, saraus, recitais, etc</p>
<p><a href="http://www.raihotel.pt/promocoes/" mce_href="http://www.raihotel.pt/promocoes/"></a><br mce_bogus="1"></p>
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		<title>SABUGAL &#8211; Restaurante &#8221; O Lei&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 01:03:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>

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		<description><![CDATA[Situado no Sabugal, junto ao Rio Côa, o restaurante &#8221; O Lei&#8221;, é um espaço confortável, com uma cozinha de inspiração tradicional, mas que o poderá surpreender com ementas do mundo. A sala é indicada para a organização de festas &#8230; <a href="http://castelodosabugal.com/?p=45">Read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://castelodosabugal.com/wp-content/uploads/2010/04/07.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-205" title="Sabugal restaurante &quot; O Lei&quot;" src="http://castelodosabugal.com/wp-content/uploads/2010/04/07.jpg" alt="Sabugal restaurante &quot; O Lei&quot;" width="580" height="435" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Situado no Sabugal, junto ao Rio Côa, o <strong>restaurante &#8221; O Lei&#8221;,</strong> é um espaço confortável, com uma cozinha de inspiração tradicional, mas que o poderá surpreender com ementas do mundo. A sala é indicada para a organização de festas e eventos.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Especialidades</strong> : Bacalhau à Esquila, Bacalhau com broa, Polvo à lagareiro, Coelho assado no forno, Arroz de pato, Cabrito grelhado, Leitão no forno.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Localização : </strong>Rua do Rio Côa -  nº6     <strong> 6320-394 Sabugal</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Municipio : </strong>Sabugal<strong> GPS : </strong>N 40º20&#8217;57.55&#8243;   -   W 7º05&#8217;30.24&#8243;</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Telefone : </strong>+351 271 754 351<strong> </strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Lotação : </strong>120 Lugares.<strong> Preço médio : </strong>11€</p>
<p style="text-align: left;"><strong> Horário de Funcionamento : </strong>Das 12:00 às 15:00   -   Das 19:30 às 22:30       <strong>NÃO ENCERRA</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Geral :</strong> Acesso a deficientes, Estacionamento, Reserva aconselhável, Recomendado para grupos, Multibanco; Cartão de Crédito.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Tipos de Cozinha : </strong>Regional                                              <strong> SABER MAIS:</strong> <a href="www.esquila.pt">www.esquila.pt</a></p>
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		<title>SABUGAL-Restaurante Marisqueira Atlantida</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 01:03:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>

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		<description><![CDATA[Rua Dr.João Lopes, nº 26  -  6320 SABUGAL Telef: 961 644 818  / 969 987 130          Email: re&#115;ta&#117;rante&#97;&#116;&#108;a&#110;t&#105;d&#97;&#64;gm&#97;il&#46;&#99;&#111;m Na vila do Sabugal,  a vila do famoso Castelo de 5 quinas e da Serra da Malcata, o habitat natural do Lince Iberico está &#8230; <a href="http://castelodosabugal.com/?p=309">Read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://castelodosabugal.com/wp-content/uploads/2010/05/37.gif"><img class="size-full wp-image-310 aligncenter" title="Restaurante Marisqueira Atlantida" src="http://castelodosabugal.com/wp-content/uploads/2010/05/37.gif" alt="Restaurante Marisqueira Atlantida" width="585" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Rua Dr.João Lopes, nº 26  -  6320 SABUGAL</p>
<p style="text-align: left;">Telef: 961 644 818  / 969 987 130          Email: <a href="mailto:&#114;&#101;&#115;&#116;au&#114;a&#110;te&#97;&#116;lan&#116;&#105;&#100;a&#64;&#103;&#109;ail.&#99;&#111;m">&#114;e&#115;&#116;a&#117;&#114;a&#110;teat&#108;&#97;&#110;ti&#100;&#97;&#64;&#103;&#109;&#97;i&#108;&#46;co&#109;</a></p>
<p style="text-align: left;">Na vila do Sabugal,  a vila do famoso Castelo de 5 quinas e da Serra da Malcata, o habitat natural do Lince Iberico está o Restaurante Marisqueira ATLANTIDA.</p>
<p style="text-align: left;">Com ambiente acolhedor, amplas salas de refeição e grande parque de estacionamento, com várias vertentes de serviço, desde as refeições diárias economicas ao serviço de carta, das refeições em grupo á realização de eventos ( mediante reserva antecipada), jantares e almoços empresariais, jantares tematicos, festas de aniversário, bodas de ouro e prata, despedidas de solteiro, banquetes civis, portos de honra, coffe break e jantares gastronómicos, o Restaurante / Marisqueira ATLANTIDA, é considerádo um dos melhores restaurantes regionais.</p>
<p style="text-align: left;">A qualidade na confecção dos pratos, tipicamente regional, limpeza, simpatia no atendimento são as palavras de ordem desta unidade hoteleira.</p>
<p style="text-align: left;">Faça do &#8221; restaurante Marisqueira ATLANTIDA &#8221; o seu ponto partida ás  Aldeias históricas, ao Castelo do Sabugal ou á Serra da Malcata. Seguramente será o eleito para as suas  festas ou simplesmente para saborear famosos pratos regionais.</p>
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		<title>SABUGAL &#8211; Restaurante Robalo</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 01:02:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>

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		<description><![CDATA[Largo do cinema 6320-408 Sabugal Telefs: 271 75 35 66 Fax: 271 75 35 94 email: rrob&#97;l&#111;&#64;m&#97;il.&#112;t &#8221; Instalados na vila do sabugal desde de 1927, primeiro como &#8221; Casa Robalo&#8221; , e actualmente como Restaurante Robalo, temos sempre procurado &#8230; <a href="http://castelodosabugal.com/?p=186">Read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://castelodosabugal.com/wp-content/uploads/2010/04/05.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-200" title="Sabugal Restaurante Robalo" src="http://castelodosabugal.com/wp-content/uploads/2010/04/05.gif" alt="Sabugal Restaurante Robalo" width="580" height="388" /></a></p>
<p>Largo do cinema</p>
<p>6320-408 Sabugal</p>
<p>Telefs: 271 75 35 66</p>
<p>Fax: 271 75 35 94</p>
<p>email: <a href="mailto:&#114;ro&#98;al&#111;&#64;&#109;ail&#46;&#112;t">&#114;rob&#97;lo&#64;mail.p&#116;</a></p>
<p>&#8221; Instalados na vila do sabugal desde de 1927, primeiro como &#8221; Casa Robalo&#8221; , e actualmente como Restaurante Robalo, temos sempre procurado manter os traços iniciais da cozinha tradicional beirã, que tão bons paladares nos oferece e nos faz recordar antigos serõesa lareira enquanto os buchos, as mioleiras, as chouriças e as morcelas secavam &#8230;&#8221;</p>
<p><strong>Horário:</strong></p>
<p>De Segunda a Sabado</p>
<p>Das 12 h ás 15 h e das 19.30 h ás 22 horas</p>
<p>Domingo encerrado com excepção do mês de Agôsto</p>
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		<title>Castelo do Sabugal</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 01:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Situada num pequeno planalto da Serra da Malcata e vigiando o caudal do Côa a seus pés, a vila beirã do Sabugal acolhe-se à sombra do seu esbelto e forte castelo medieval, vulgarmente designado por Castelo das Cinco Quinas devido &#8230; <a href="http://castelodosabugal.com/?p=6">Read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://castelodosabugal.com/wp-content/uploads/2010/04/056-300.275.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-221" title="Castelo do Sabugal" src="http://castelodosabugal.com/wp-content/uploads/2010/04/056-300.275-150x150.jpg" alt="Castelo do Sabugal" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Situada num pequeno planalto da Serra da Malcata e vigiando o caudal do Côa a seus pés, a vila beirã do Sabugal acolhe-se à sombra do seu esbelto e forte castelo medieval, vulgarmente designado por Castelo das Cinco Quinas devido à invulgar forma da sua torre de menagem pentagonal.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora sem certeza histórica, a fundação cristã da vila do Sabugal poderá ter ocorrido no século XII, após a derrota dos Mouros; isto apesar de vestígios pré-históricos e troços de uma estrada militar romana indiciarem diversas e mais antigas ocupações humanas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta região foi intensamente disputada pelos reis portugueses e de Castela, tendo D. Dinis tomado posse do Sabugal e das terras de Riba-Côa no ano de 1296, confirmada depois com a assinatura do Tratado de Alcanises em 1297.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, este monarca procede ao seu repovoamento e concede-lhe carta de foral, ao mesmo tempo que manda erguer mais forte e esbelto castelo.</p>
<p style="text-align: justify;">No reinado de D. Manuel I, a fortaleza do Sabugal recebe novas e bem dimensionadas obras de beneficiação, estando esta iniciativa gravada com os seus símbolos reais nas pedras da porta principal do castelo.</p>
<p style="text-align: justify;">Pontualmente, o castelo do Sabugal serviu a sua função militar, mas também foi convertido em presídio. Um dos seus mais ilustres prisioneiros foi o intrépido e indomável poeta e cavaleiro Brás Garcia de Mascarenhas &#8211; homem de letras e de armas do século XVII, que ficou célebre pelas suas aventuras e pelo não menos famoso poema épico Viriato Trágico .</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos mais importantes feitos de armas aconteceu em Abril de 1811, quando as tropas anglo-lusas aqui aquarteladas combateram e derrotaram o exército francês que retirava sob o comando de Massena.</p>
<p style="text-align: justify;">Desguarnecido e abandonado, as muralhas da sua extensa cerca foram sendo desmanteladas e a sua pedra reutilizada nas mais diversas construções da vila beirã. A praça de armas do castelo serviu, a partir de 1846, de cemitério local. Esta depredação do monumento foi sustida na década de 40 do presente século, graças à acção decisiva da Direcção-Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais (D.G.E.M.N.). Assim, a sua majestática imponência e inegável qualidade estética puderam perdurar até à actualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A cerca de granito que envolvia a vila do Sabugal tinha uma configuração aproximadamente oval, embora no presente se encontre muito reduzida, conservando-se como ponto mais importante desta primeira defesa a Porta da Vila, localizada nas proximidades da Torre do Relógio.</p>
<p style="text-align: justify;">Na zona mais elevada foi erguido o castelo, configurado com uma planta trapezoidal. Os altos panos de muralha granítica possuem largo adarve, a que se acede por quatro escadas internas. As muralhas são encimadas por largos merlões rasgados com troneiras cruzetadas, estando ainda reforçadas por três imponentes torreões angulares e um outro localizado no centro do pano de muralha virado a sudoeste, todas elas rematadas por ameias piramidais.</p>
<p style="text-align: justify;">Altiva, imponente e graciosa implanta-se a invulgar torre de menagem do Castelo do Sabugal, também esta coroada por ameias piramidais. Com efeito, esta torre apresenta uma forma pentagonal, provavelmente uma simbólica alusão a esta vila e ao seu castelo serem, em definitivo, parte integrante do território nacional. O seu interior está dividido em vários pisos, revelando surpreendentes espaços góticos abobadados e ornamentados fechos onde se inscrevem escudos com as quinas nacionais. O compartimento superior é profusamente iluminado pelas portas que dão acesso a balcões misulados e com dispositivos de mata-cães. Entre a torre de menagem e o torreão do ângulo leste implanta-se um balcão ameado, vigiando a entrada principal da praça de armas.</p>
<p style="text-align: justify;">Inferiormente, na zona exterior, corre a cerca da barbacã &#8211; dispositivo defensivo que une e reforça as muralhas do castelo, igualmente rematadas por maciços merlões com aberturas de troneiras cruzetadas. Apoiam as suas muralhas dois pequenos cubelos circulares, abrindo-se próximo de um deles um singelo portal de arco em ogiva.</p>
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